Categoria: Cabelo

Alopecia (queda de cabelo): o que é, tipos, tratamento, tem cura?

Alopecia (queda de cabelo): o que é, tipos, tratamento, tem cura?

Um dos aspectos que têm influência na construção da autoestima é o cabelo. Suas variações e as possibilidades de cortes e cores são explorados pelo público feminino e também masculino.

Segundo a Sociedade Brasileira do Cabelo (SBC), 50% das mulheres têm alguma queixa sobre queda capilar. É considerado normal a queda de até 100 fios por dia, mas quando essa taxa passa a ser maior, algo pode estar errado.

Essa é a hora de consultar um profissional e saber o que está acontecendo. O problema pode se tratar de alopecia, condição que atinge homens e mulheres e que, em alguns casos, exige tratamento.

Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

O que é a alopecia?
Quais são os tipos de alopecia?
Qual a diferença entre alopecia areata e a queda de cabelo comum?
Alopecia feminina
Há diferenças entre a queda de cabelo no homem e na mulher?
Quais as causas da alopecia?
Fatores de risco
Quais são os sinais da alopecia?
Como é feito o diagnóstico?
Exames
Tem cura?
Qual o tratamento?
Medicamentos
Convivendo
Prevenção: como evitar a queda capilar?
O que é a alopecia?

A alopecia é a perda de grande quantidade de cabelo, que pode acontecer por meio de alterações hormonais, inflamação, genética e até doenças sistêmicas. No tipo androgenético, ela também pode ser chamada de calvície.

A queda pode acontecer em outras partes do corpo que contêm fios de cabelo, como barba, sobrancelha, bigode, entre outros.

Para crescer e se desenvolver, o cabelo possui um ciclo de vida programado, no qual ocorrem as fases:

Anágena (fase de crescimento, com duração de 2 a 6 anos);
Catágena (fase de crescimento transicional e início da fase de repouso, com duração de 2 a 3 semanas);
Telógena (fase de repouso, com duração de 2 a 3 meses).
É normal que na fase de repouso ocorra a queda, pois nesse momento os fios antigos e sem vida são empurrados pelos novos fios em crescimento. Essa queda pode ter influência de situações individuais, como estresse e falta de vitaminas.

A alopecia se manifesta em cerca de 50% dos homens e 40% nas mulheres acima dos 50 anos. Alguns casos por influência genética podem surgir ainda na adolescência.

Os valores são maiores nos homens pois a queda de cabelo está relacionada à testosterona (hormônio sexual masculino). A substância sofre processos enzimáticos que podem resultar no afinamento dos fios de cabelo, causando a queda.

O corpo das mulheres também produz o hormônio, mas em quantidades significativamente menores. Apesar de ter menos testosterona, elas sofrem maiores variações hormonais (sobretudo na gravidez e menopausa), o que gera também a alopecia.

Mas, além das taxas hormonais, outras condições podem auxiliar no enfraquecimento dos fios, como inflamações, alterações da tireoide, estresse e uso inadequado de produtos químicos.

O tratamento consiste em identificar a origem da alopecia. Com cuidados devidamente indicados pelo médico, o cabelo geralmente retorna a crescer. Porém, se a condição for genética, a queda pode ser persistente.

Nesses casos, é possível recorrer aos transplantes, lasers, entre outros tratamentos, garantindo uma melhora na qualidade de vida e autoestima do paciente.

A doença pode ser encontrada no CID-10 sob os códigos:

L63 – Alopecia areata;
L64 – Alopecia androgenética;
L66 – Alopecia cicatricial.
Quais são os tipos de alopecia?
A alopecia pode ser classificada de acordo com as causas do problema. Entenda:

Alopecia areata
Este tipo de alopecia caracteriza-se pela perda de cabelo em forma de círculos pequenos.

Dependendo do quadro, a perda pode ser menor ou maior. Há casos em que ocorre a perda total dos fios. Mas, no geral, eles retornam após alguns anos.

Ela ocorre devido à destruição autoimune dos folículos capilares localizados na pele. Geralmente, surge devido a outras enfermidades, como tireoidites, diabetes, lúpus, vitiligo, rinites etc.

Alopecia androgenética (calvície)
Esse tipo de queda faz com que o cabelo passe a ficar mais fino, a partir do meio da cabeça até toda a região de trás. Está associada com a predisposição genética, ou seja, quando na família existe alguém que já possui a doença.

A calvície pode atingir homens e mulheres e também tem relação com a idade, sendo mais frequente na fase adulta.

Alopecia cicatricial
A alopecia cicatricial provoca a perda permanente dos fios e gera cicatrizes que destroem a capacidade de regeneração do fio. Costuma ser causada por queimaduras químicas, físicas ou por quimioterapia, mas também tem relação com doenças como tuberculose e leishmaniose.

Alopecia mecânica
Perda temporária ou definitiva dos cabelos, as principais causas são procedimentos químicos realizados como alisamentos, alongamentos e até queimaduras.

Alopecia traumática
Ocorre quando há uma ação sobre o couro cabeludo, em situações como pós-cirurgias, uso de tinturas, infecções, temperaturas extremas, fios muito presos em penteados de tranças, dreadlocks, entre outros. Caso o problema seja detectado de forma precoce, é possível revertê-lo.

Alopecia seborreica
Este tipo de queda tem início nas laterais e parte de trás da cabeça, sendo mais comum nos homens. A alopecia seborréica pode evoluir e atingir todo o couro cabeludo. Quanto mais cedo o início da queda, mais preocupante é a condição.

Alopecia total (totalis)
Essa condição faz com que aconteça a perda de todos os fios de cabelo, mas as outras partes do corpo que contêm pêlos não sofrem alteração alguma. Geralmente, é causada por herança genética mas, em alguns casos, tem fundo emocional.

Alopecia universal (universalis)
Essa é uma versão mais grave da alopecia total, em que além dos fios de cabelo, a pessoa perde também todos os pelos do corpo, incluindo sobrancelhas, cílios e pêlos pubianos.

Eflúvio
Caracteriza-se pela quebra e queda dos fios de cabelo, possuindo várias causas, como estresse, parto e doenças graves. Este tipo de queda de cabelo é comum ao público feminino e responde bem aos tratamentos capilares que fazem o fio voltar a crescer saudável.

O eflúvio pode ser subdividido em:

Eflúvio telógeno
Neste caso o cabelo cai após uma experiência estressante, como um parto ou uma grande cirurgia. Essa condição atinge as fases anágena e catágena, fazendo com que o fio passe diretamente para a fase de repouso (em que os fios tendem a cair).

Leia também: queda de cabelo causa

O eflúvio telógeno é reversível, sendo possível fazer um tratamento e obter o crescimento dos fios novamente.

Eflúvio anágeno
Caracteriza-se pela perda incomum de cabelo, ainda durante a fase inicial do ciclo de crescimento (anágena) pelo qual o cabelo passa.

Suas causas podem incluir os tratamentos realizados durante o combate a um câncer, como a radioterapia e quimioterapia. Isso porque esses métodos são agressivos e acabam atingindo todas as células do corpo, inclusive as saudáveis.

Qual a diferença entre alopecia areata e a queda de cabelo comum?
A diferença entre ambos é que a alopecia areata tem relação com outras doenças e, em alguns casos, não há cura. Já a queda de cabelo comum, ocorre devido a alguma situação pontual (como estresse e pós-parto).

Geralmente a alopecia areata causa a perda de cabelo em várias partes do couro cabeludo, no formato e tamanho de uma moeda grande. O cabelo não volta a crescer naturalmente nestes casos.

Por outro lado, na queda de cabelo comum geralmente os fios voltam a ficar grossos e saudáveis em pouco tempo.

Alopecia feminina
A queda de cabelo pode ser uma queixa comum entre as mulheres. Chamada de alopecia feminina, a condição causa o aumento da quantidade de fios que caem do couro cabeludo, além de gerar o afinamento e a dificuldade deles crescerem.

Nas mulheres a queda de cabelo se manifesta na parte superior da cabeça, diferente dos homens em que geralmente ocorre nas entradas do cabelo (rente à testa).

Após notar a queda dos fios, é preciso analisar qual o motivo para eles caírem. Pode ser desde um novo produto capilar utilizado, fatores genéticos, nutricionais, emocionais e também as alterações hormonais da mulher (sobretudo na gravidez e menopausa).

Nesses casos, é necessário manter a calma. Isso não quer dizer que todos os fios capilares vão cair de uma vez só.

Na realidade, eles caem em tufos (pequenas quantidades), portanto há tempo para reverter a situação.

Há diferenças entre a queda de cabelo no homem e na mulher?
Sim! A queda de cabelo ocorre de forma diferente para o homem e para mulher, devido alguns fatores:

Idade
Um dos principais fatores que determina as diferenças da queda de cabelo no homem e na mulher é a idade. Nos homens, geralmente ela começa no início da puberdade — embora algumas vezes os sintomas podem ficar mais expressivos somente a partir dos 40 anos.

Já nas mulheres o problema costuma ser algo pontual. São poucas as que sofrem com a queda no início da adolescência devido aos hormônios.

Nos casos em que a mulher tem síndrome do ovário policístico (SOP), devido a doença, a queda ocorre independente da idade.

No fase da menopausa também é comum os cabelos caírem, por causa das alterações hormonais.

Locais em que ocorre a perda dos fios
Quando ocorre a perda de fios nos homens, são afetadas as entradas frontais e a parte atrás da cabeça. Já nas mulheres, a perda começa no topo da cabeça e aos poucos os fios das outras partes começam a cair, deixando o cabelo mais ralo.

Quais as causas da alopecia?

A alopecia pode ocorrer por vários fatores, são eles:

Uso de medicamentos
Alguns medicamentos podem causar a queda de cabelo temporária, como medicamentos quimioterápicos, pílulas anticoncepcionais, diluidores de sangue, bloqueadores para controlar a pressão arterial, entre outros.

Estresse
Qualquer tipo de estresse, seja ele físico ou emocional, pode ocasionar a perda de cabelo por um período. Após tudo se tranquilizar, os fios tendem a crescer novamente.

Produtos químicos
Utilizar muitos produtos químicos no cabelo também pode fazer com que ele caia. Lavar com frequência, fazer escovas progressivas ou tingir demais acaba enfraquecendo o fio, tornando-o fácil de quebrar.

Doenças e condições subjacentes
A queda de cabelo pode ser influenciada por outras doenças que estão se manifestando, sendo na verdade um sintoma um sintoma de outro problema. Exemplos de doenças que influenciam na queda de cabelo são: anemia, tireoidite, lúpus, entre outras.

Reação hormonal pós-parto
A gravidez é um processo que mexe muito com o corpo da mulher, sendo também um tipo de estresse físico às várias reações hormonais causadas no organismo.

Após o nascimento da criança, o corpo feminino passa por um processo de renovamento e é comum que os fios caiam em decorrência disso. Mas após o período, os fios voltam a crescer normalmente.

Má alimentação
Não manter uma dieta equilibrada em proteínas, vitaminas, ferro e zinco os fios pode fazer os fios cair devido a falta destes componentes, essenciais ao funcionamento do organismo. Após a reposição, os fios tendem a voltar a crescer sem nenhum problema.

Herança genética
Quando os pais possuem queda de cabelo desde jovens, é provável que os filhos também venham a sofrer do mesmo. Os genes influenciam na predisposição da pessoa, ocasionando uma possível perda de cabelo tanto em homens quanto mulheres.

Menopausa
Quando a menopausa tem início ocorrem muitas alterações hormonais que podem afetar o desenvolvimento dos fios de cabelo, ocasionando posteriormente a queda.

É uma perda de cabelo que costuma ser temporária. Com uso de produtos indicados e alimentação, é possível que os fios voltem a crescer.

Tricotilomania
A tricotilomania faz com que as pessoas sintam uma vontade de puxar constantemente seus cabelos. Algumas pessoas não se dão conta do problema e puxam seus fios inconscientemente, durante alguma atividade.

Em alguns casos não são só os fios de cabelo que são arrancados, mas também cílios, sobrancelhas e até mesmo pelos do nariz . A tricotilomania é vista como um transtorno mental, que possui tratamento.

Excesso de vitamina A
Tudo em excesso acaba fazendo mal para nossa saúde. Exagerar em medicamentos ou suplementos para treinamento físico que contêm vitamina A, pode causar a queda de cabelo.

É necessário observar a reação dos cabelos, e caso seja constatado que a perda dos fios é pelo excesso da vitamina A, será necessário diminuir o consumo.

Micose no couro cabeludo
A micose é uma infecção causada por fungos, que surgem no cabelo dando muita coceira e ocasionando a queda dos fios.

Esse tipo de doença pode ser transmitido de pessoa para pessoa, por meio do compartilhamento de pentes, toalhas, chapéus entre outros objetos que tenham contato com os cabelos.

Este caso pode ser tratado e os cabelos voltam a crescer sem problemas.

Fatores de risco
Há fatores que podem influenciar para que ocorra um quadro de alopecia, são eles:

Histórico familiar de calvície;
Idade;
Perda de peso significativa;
Outras doenças, como diabetes e lúpus;
Estresse;
Gravidez;
Excesso de vitamina A;
Falta de proteínas e alguns minerais;
Disfunções hormonais;
Deficiência de vitamina B12.
Quais são os sinais da alopecia?
O principal sintoma da alopecia é a queda brusca dos fios de cabelos e/ou pelos do corpo. Em resumo, a condição pode ser percebida quando é possível visualizar facilmente o couro cabeludo em algumas áreas da cabeça, em que faltam cabelos.

Geralmente o couro cabeludo fica sem a presença de fios, com falhas de formato arredondado em círculos únicos ou múltiplos. A falta de pelos também pode ser perceptível na barba, sobrancelhas e outras regiões.

Alguns sinais que podem indicar a condição são:

Queda de cabelo, especialmente no topo da cabeça;
Perda completa de todos os pelos no corpo;
Falhas e perda de cabelo no couro cabeludo e nas sobrancelhas;
Falhas circulares ou irregulares;
Fios de cabelo quebrados, vermelhidão, coceira e inchaço;
Fios de cabelo cada vez mais finos.
Como é feito o diagnóstico?
Para diagnosticar o problema, é necessário realizar uma consulta com o médico dermatologista, que fará um exame clínico, como tricograma ou dermatoscopia do couro cabelo.

Durante os exames, o dermatologista pode retirar uma amostra de fio de cabelo para conseguir realizar a análise, fazer as avaliações e obter os resultados.

Com a ajuda de aparelhos, o especialista analisa o couro cabeludo e o aspecto da saúde dos fios, assim é possível um diagnóstico correto e a definição de um tratamento específico para cada caso.

Exames
Conheça um pouco mais sobre cada exame utilizado para diagnosticar a alopecia:

Exame clínico
O exame consiste em observar e anotar falhas e entradas, além da densidades e consistência do cabelo. Qualquer alteração que for encontrada será anotada pelo profissional.

Quando o caso é diagnosticado como alopecia, ocorre a avaliação das extremidades do cabelo, fissuras e mais alguns detalhes para então indicar qual melhor tratamento.

Tricograma
Para este exame é necessário retirar uma amostra de cabelo, de 50 a 100 fios de alguma área do couro cabeludo. Após a coleta, os fios são colocados em lâminas e levados para análise no microscópio.

Dermatoscopia
Por meio de um equipamento, é possível aumentar as imagens em 10 a 20 vezes e fotografar a espessura dos fios, o couro cabeludo e a distribuição de pigmentos e processos inflamatórios. Dessa maneira, com as imagens detalhadas, o especialista consegue analisar as condições do cabelo.

Tem cura?
Depende. A alopecia tem cura somente em alguns tipos. Nos casos genéticos, por exemplo, o problema pode persistir. Mas, no geral, a queda pode ser resolvida com diversas opções de tratamento, que podem ajudar o cabelo voltar a crescer, além de evitar as

quedas futuras.

Qual o tratamento?

O tratamento irá variar de acordo com o diagnóstico. Muitos casos de queda não precisam ser tratados, pois boa parte dos fios volta a crescer em pouco tempo. Mas se esse não é seu caso, há diversos tratamentos disponíveis para tratar a alopecia, confira:

Microagulhamento
O tratamento com microagulhamento envolve um aparelho que realiza microperfurações na pele, dentro do couro cabeludo.

Essas microperfurações formam uma espécie de ferida, em que o organismo recebe estímulo para cicatrizar o ferimento. Assim, com o estímulo, é produzido o crescimento capilar.

O aparelho utilizado lembra os mesmos usados para fazer tatuagem.

Terapia com laser
Neste procedimento, são utilizados lasers de baixa e média potência para tratar a inflamação no folículo capilar que está comprometendo a saída do fio no couro cabelo.

Dessa maneira, o laser aumenta a chance do crescimento saudável do fio.

Há uma diversidade de aparelhos para o tratamento, desde mais simples aos que fazem contagem e espessura do fio.

Transplante capilar
Casos mais avançados podem ser tratados por meio do transplante capilar. Este tratamento consiste em retirar os fios de cabelo da parte de trás da cabeça (próximo ao pescoço) e implantá-los no couro cabeludo, onde existem falhas.

Não há problema na retirada destes fios próximos ao pescoço, pois eles voltam a crescer normalmente. Também podem ser utilizados pelos do peito e até das costas.

Existem no mercado duas técnicas para realizar o transplante capilar:

Extração de Unidades Foliculares (FUE)
Com o auxílio do equipamento cirúrgico, são retirados um a um os folículos capilares e colocados diretamente na região sem cabelo. A recuperação é rápida e as cicatrizes não ficam aparentes, pois o cabelo cobre-as facilmente.

Geralmente esta técnica é um pouco mais cara, por ser realizada utilizando um robô, comandado pelo especialista.

Transplante de Unidade Folicular (FUT)
É retirada uma faixa do couro cabeludo, em que são selecionadas unidades dos folículos capilares que posteriormente vão ser colocadas no couro cabelo, no local em que faltam os fios.

Geralmente essa técnica é indicada para tratar áreas maiores, que estão sem cabelo. É uma técnica acessível, mas que exige tempo de repouso e deixa uma cicatriz mais visível.

Aparelhos de uso doméstico
Fora do Brasil é comum o uso dos chamados “gadgets”, que são aparelhos para utilizar em casa para ajudar no crescimento dos fios. Alguns estão chegando ao país, como o HairMax.

Trata-se de um tipo de aparelho de baixa intensidade que aumenta o fluxo de oxigênio e nutrientes, estimulando dessa maneira os fios a saírem mais saudáveis do couro cabeludo.

Implantes capilares
Esse tratamento consiste em um implante feito com fios de náilon cirúrgico, de aparência próxima ao cabelo humano, que são implantados no couro cabeludo.

Utilizando um sistema de ancoragem, o médico responsável realiza o implante no cabelo de forma rápida com uma espécie de pistola, utilizando apenas de anestesia local.

Os fios podem ser escolhidos conforme a cor que o paciente deseja, sendo aplicados de 12 a 25 fios por vez, com pouco risco de rejeição.

Medicamentos
Diversos medicamentos estão disponíveis para o tratamento da alopecia. A escolha de qual será utilizado deve ser feita pelo médico dermatologista, junto ao paciente.

Os medicamentos têm o objetivo de reduzir as falhas e evitar que novas possam surgir, estimulando o crescimento do cabelo novamente.

Algumas das medicações comumente utilizadas são:

Acetato de ciproterona (Androcur, Prostman) — usada em casos de alopecia androgenética, ou calvície;
Alfaestradiol (Alozex, Avicis, Tegan) — usada em casos de alopecia androgenética, ou calvície;
Betametasona (Lergidrin, Diprospan, BetaTrinta) — usada em casos de alopecia areata.
Existem ainda outros medicamentos que podem ser indicados em casos de alopecia e são considerados mais populares:

Finasterida
Utilizada para tratar exclusivamente a alopecia androgenética (calvície hereditária), a finasterida pode ser utilizada em baixas dosagens, quando prescrita pelo médico.

O medicamento impede que a testosterona se transforme em diidrotestosterona, uma forma do hormônio que reage tendo resultados positivos sobre a perda de cabelo.

A finasterida foi desenvolvida inicialmente para tratar casos em que as glândulas das próstatas estão aumentadas, mas durante o teste em pacientes os médicos notaram um efeito colateral.

Os pacientes começaram a apresentar crescimento nos fios de cabelo. Assim, uma versão de menor concentração do fármaco foi desenvolvida para o tratamento da calvície.

Em alguns pacientes, a finasterida tem como efeito colateral a redução de libido, problemas durante a ereção e na consistência do esperma. Portanto, é preciso uma prescrição médica e acompanhamento para utilizar o medicamento.

A Finasterida é conhecida comercialmente por nomes como Fendical, Finalop e Finastil.

Minoxidil
Utilizado para estimular o desenvolvimento dos cabelos e pelos, o Minoxidil é um medicamento que ajuda na vasodilatação dos folículos, fazendo com que os fios voltem a crescer.

É usado no tratamento de calvície masculina para combater falhas no couro cabeludo e fortalecer os fios.

Em algumas pessoas a substância pode provocar efeitos colaterais, como coceira, ardência e vermelhidão na região em que houve a aplicação do produto.

Minoxidil é comercializado pelo nome Regaine, em formato de solução capilar e com concentração de 5%.

Pantogar
Pantogar é um medicamento indicado para tratamento de eflúvio telógeno e alopecia difusa em mulheres. Ele auxilia no crescimento dos cabelos, fornecendo nutrientes para que os fios cresçam saudáveis e fortes.

A duração do tratamento com Pantogar é de, em média, 3 a 6 meses.

O medicamento ainda pode ser encontrado sob a forma de Loção Antiqueda, Pantogar Men (suplemento indicado para homens) e Pantogar Neo (suplemento para repor vitaminas e minerais).

Antralina e Difenciprona
Estes dois medicamentos são indicados principalmente para tratar a psoríase, mas estudos clínicos demonstram que eles têm eficácia para alopecia, sobretudo nos casos em que as quedas acontecem em regiões específicas.

É como se estes medicamentos pudessem conter uma resposta imune do organismo, responsável por gerar a queda.

Flutamida e Espironolactona
A Flutamida e a Espironolactona também são eficazes no tratamento da alopecia por atuarem por mecanismos hormonais. Elas inibem a ação de andrógenos (testosterona e derivados) que atuam causando a queda.

Nesses casos, o controle da queda é como se fosse um efeito secundário destes princípios ativos. Por isso, não são medicamentos para se utilizar por conta própria, pois apresentam muitos efeitos colaterais.

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Convivendo

Algumas dicas são importantes para conviver e se sentir melhor com a condição:

Reduza o estresse
Para ajudar o organismo, tente diminuir o estresse do cotidiano, distraia a mente e foque em pensamentos positivos para ajudar a resolver o problema.

Pratique exercícios ou alguma atividade de sua preferência para acalmar o corpo e mente. Além disso, praticar métodos alternativos, como yoga e acupuntura, pode ser uma boa opção.

Leia mais: Meditação (guiada, transcendental): como fazer, para dormir, músicas

Cuide da alimentação
Adote uma dieta com boa fonte de vitaminas. Os ácidos graxos, como o ômega 3 ajudam na saúde da pele, cabelos e unhas. Por isso, dê preferência a alimentos que contêm esses ácidos, como salmão, óleo de linhaça, nozes e amêndoas.

Alimentos com vitamina B6, como bananas, batatas e espinafre ajudam a produzir anticorpos para a defesa do nosso corpo. Já a vitamina B12, encontrada em carnes, aves, peixes e laticínios, auxilia na formação e reparo das células.

Frutas, vegetais frescos e grãos fortificados, como feijão e lentilhas, também são bem-vindos, pois dão uma força na dieta, devido a presença de ferro.

Leia mais: Alimentos para anemia que ajudam na cura e prevenção

Se informe
Busque se informar sobre a condição para que não haja dúvidas ou medos. Assim você também estará preparado para o tratamento. Isso também ajuda a reduzir a ansiedade devido ao problema pelo qual se está passando.

Proteja sua cabeça
Os raios solares podem causar queimaduras e até manchas de pele nas áreas em que estão faltando os fios de cabelo.

Por isso, invista em chapéus, lenços e perucas para proteger a cabeça dos raios UV e UVA. O visual também pode ajudar a melhorar sua autoestima.

Busque ajuda na terapia
Mesmo não sendo uma condição grave, a alopecia pode afetar o estado emocional, principalmente das mulheres que são mais apegadas ao cabelo.

Se necessário, busque a ajuda de um teraupeta, psicólogo ou grupos de apoio para lidar com as emoções e inseguranças devido a condição.

Prevenção: como evitar a queda capilar?
Nem sempre há formas de evitar a alopecia, especialmente quando ela está relacionada a fatores genéticos. Mas existem dicas para prevenir os danos que podem provocar a queda dos cabelos:

Use seu cabelo de forma natural e evite químicas — se não for possível, realize hidratações sempre que puder;
Escolha produtos específicos para seu tipo de cabelo;
Escove o cabelo com escovas de cerdas naturais, pois o dano é menor aos fios;
Seja cuidadoso ao escovar o cabelo molhado, pois o fio fica mais frágil que o normal;
Além disso, é importante realizar consultas regulares ao médico para evitar que outras doenças provoquem a queda de cabelo como sintoma.

Caso você perceba uma grande quantidade de perda dos seus fios capilares, não hesite em consultar um dermatologista para diagnosticar a causa.

A queda de cabelo atinge homens e mulheres e pode ser causada por fatores que vão desde o emocional até questões genéticas.

Compartilhe com os amigos essas informações para que eles também saibam sobre os cuidados com a alopecia!

HairLoss Blocker Funciona de fato?

HairLoss Blocker Funciona de fato? – [ Meu Teste ]

O HairLoss Blocker funciona ou não?

Se você está aqui, com certeza vem enfrentando a calvície ou a queda de cabelo a um tempo, com certeza?

Eu sei como é complicado, eu passei diversos anos de minha vida correndo atrás de muitas fórmulas mágicas que prometiam me ajudar a reformar ou ao menos evitar a queda exponencial que eu aparecia sofrendo, não obstante, nada parecia surtir resultado.

No entanto pela pela certa vez, um amigo meu – que similarmente sofria de calvície – me enviou um link de um novo produto que gosta de mudando a vida de milhares de homens no mundo todo.

De primeira eu não acreditei, no entanto com o tempo eu comecei a perquirir sobre o produto e vi que de fato funcionava, até entrei em contato com algumas pessoas que já tinham empregado.

E um dia eu acabei por conseguir o HairLoss Blocker e comecei o tratamento dessa forma que a entrega chegou – e a entrega é muito desembaraçado diga-se de passagem.

Olha, eu tinha uma calvície bem frente, no entanto logo após eu começar o tratamento com o HairLoss Blocker os resultados foram surreais.

Em 9 semanas usando o HairLoss Blocker eu consegui reformar toda a setor atingida pela calvície.

De fato não efetua para escarafunchar a felicidade que eu senti e que similarmente sinto, uma vez que, eu não preciso mais embiocar, usar boné ou guarda-sol para sair.

Hoje estou muito feliz e espero que em breve, seja você experimentando a recebimento de comover seus familiares e amigos com o novo visual.

Eu consegui um link promocional sui generis para os visitantes deste diário na internet, para acessar esse link basta clicar no chave por baixo:

HAIRLOSS BLOCKER + DIMINUIÇÃO!

Ao clicar no chave o valor promocional já estará valendo, você somente vai conseguir esse valor por esse link, dessa forma, aproveite meu presente.

Já no próximo vária eu vou notificar um pouco mais sobre o produto.

Dessa forma, lendo.

Afinal de contas de contas, o que é o HairLoss Blocker?

Você já necessita ter averiguado massudo produtos por aí, shampoos anti-queda; remédios caseiros; remédios com vários efeitos nocivos ; etc.

No entanto o HairLoss Blocker funciona diferente, uma vez que, ele é 100% natural e tem resultados 100% comprovados.

Especialmente, o HairLoss Blocker é um suplemento natural que evita a queda e ajuda o corpo a realizar novos fios de cabelo todos os dias, mesmo nas áreas mais atingidas pela calvície.

Em grande parte dos casos, a calvície está ligada a saldo negativo de vitaminas e nutrientes fundamentais para a construção e persistência do cabelo, não obstante, nos tempos de hoje, a fuga do trabalho e dos demais coisa acabam nos dando pouco ou qualquer tempo para acreditar sobre a uso desses nutrientes e vitaminas.

Dessa forma o HairLoss Blocker funciona tão bem, ele age de modo direto no foco do dificuldade.

E de fato funciona, uma vez que, como eu já disse, meus resultados com o produto foram muito bons, até mesmo centenas de outras pessoas que deram seus depoimentos falam a mesma coisa. Vou deixar alguns desses depoimentos aqui neste artigo para você deixar uma olhada.

Bem, espero que você tenha douto como o HairLoss Blocker funciona. Já no próximo vária eu vou notificar um pouco sobre os principais benefícios dele.

Dessa forma, continue lendo e não perca nada.