Diferenças Entre os Tipos de Colágenos e Seus Benefícios

O colágeno é uma proteína de origem animal que proporciona firmeza às cartilagens e à pele, além de outras partes do nosso corpo que os ossos não sustentam. Abundante em mamíferos, é encontrada nos tecidos conjuntivos do corpo, tais como ossos, tendões, cartilagens, veias, pele, dentes, mas também nos músculos e na camada córnea dos olhos.

Ele representa de 25-30% das proteínas presentes no corpo humano, sendo alguns tipos de colágeno mais abundantes do que outros. Porém, com o início da fase adulta, a deficiência de colágeno começa a ser notada, pois o organismo diminui sua produção, sendo necessária a sua suplementação.

Os diversos colágenos existentes no mercado apresentam diferenças entre tipo, conteúdo de aminoácidos, composição nutricional e indicação de uso.

Nesse post, entenda a diferença de alguns tipos de colágeno existentes e conheça quais estão disponíveis para manipulação. Acompanhe!

Quais são os tipos de colágeno?
Tipo I
É o mais comum; aparece nos tendões, na cartilagem fibrosa, no tecido conjuntivo frouxo comum, no tecido conjuntivo denso (onde é predominante sobre os outros tipos), sempre formando fibras e feixes, ou seja, está presente nos ossos, tendões e pele.

Tipo II
É produzido por condrócitos, aparece na cartilagem hialina e na cartilagem elástica. Não produz feixes. Presente nos discos intervertebrais, olhos e cartilagem.

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Colágeno nativo
Essa versão de colágeno não foi reduzida em partículas menores ou desnaturada para a absorção mais otimizada. Todas as outras opções são obtidas a partir desse tipo de colágeno.

Desnaturado
A partir de um processo que consiste no aquecimento, o colágeno desnaturado é preparado — visando maior eficiência dos aminoácidos. Essa desnaturação é um processo irreversível, que altera o pH e atua diretamente nas cadeias peptídicas dos aminoácidos.

Essa versão do colágeno não é uma das mais procuradas entre todos os tipos de colágeno e não promete benefícios para articulações.

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Colágeno hidrolisado
Sendo um dos suplementos mais procurados para auxiliar na saúde da pele, a versão hidrolisada do colágeno traz ainda mais benefícios para melhorar a aparência de quem a utiliza. Com essa suplementação é possível garantir um reforço com efeito rejuvenescedor, além de melhorar a saúde das cartilagens e dos ossos — já que ele é indicado para o tratamento de artrite.

Outro grande benefício do colágeno hidrolisado é que ele é absorvido muito mais facilmente e, assim, garante ainda mais eficiência dos aminoácidos. Isso se deve ao fato de o colágeno ser composto por partículas muito pequenas, o que facilita a rápida absorção da substância.

Os suplementos com colágeno hidrolisado são extraídos da pele de gado com alta qualidade. Eles possibilitam a melhora na hidratação e na suavidade da pele do indivíduo que o utiliza.

De qual maneira o colágeno age no corpo?
O colágeno é amplamente utilizado em questões estéticas, uma vez que contribui para protelar as tão temidas rugas. No entanto, sua presença é muito importante para o bom funcionamento das células e, portanto, do organismo como um todo.

Como se pode notar, a ingestão de colágeno gera vários benefícios para seu organismo. Confira a seguir alguns dos principais resultados:

dá sustentação estrutural para ossos, dentes, pele, vasos e, inclusive, alguns órgãos;
melhora a elasticidade e firmeza da pele;
protege as articulações;
auxilia na prevenção do surgimento das temidas estrias e celulites;
age na prevenção do envelhecimento das células e rejuvenesce a pele;
protege os ossos, prevenindo contra a osteoporose;
promove a renovação das células;
potencializa e melhora a cicatrização.
Quais estão disponíveis para manipulação?
UC II® — Colágeno tipo II não desnaturado

UC II® é um colágeno do tipo II, não desnaturado, derivado da cartilagem de frango. É fabricado através de um processo de produção patenteado, não enzimático, a baixas temperaturas, o que garante a obtenção de um colágeno puro, sem alteração molecular, com atividade biológica inalterada.

É capaz de dessensibilizar o sistema imunológico. Dessa forma, previne o “ataque” autoimune às cartilagens. Por consequência, há um bloqueio da inflamação, sem a qual o paciente não apresenta mais o quadro de dor.

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